Curso de SEO

Curso de SEO

Por Comunicação Liguesite. Postado em 18/04/2018. Última atualização em 06/10/2018.

Tempo estimado de leitura: 67 minutos.

A otimização de sites é uma das principais estratégias do marketing digital atualmente.

Afinal, quem não quer estar entre as primeiras posições do Google?

O mecanismo de pesquisa mais utilizado do mundo pode trazer grande visibilidade para uma marca e aumentar a sua relevância no mercado.

Para isso, você precisa aprender a otimizar as páginas corretamente para que elas conquistem um bom posicionamento. Não pense que basta criar um site de qualquer jeito e jogá-lo na internet ─ é preciso adotar as boas práticas de SEO para subir no ranking do Google.

Então, um curso de SEO é essencial para quem quer alcançar o topo dos motores de busca.

Se é isso que você quer, siga conosco neste texto e assista aos vídeos abaixo. Nós vamos explicar tudo neste curso de SEO gratuito para você dominar essa estratégia!

Agora se você deseja trabalhar e ganhar dinheiro seja produzindo Sites, Lojas Virtuais, Portais, AdWords, SEO e E-mail profissional, ou até mesmo sendo um afiliado de vendas, entre em contato conosco agora mesmo e faça parte da família que tem a maior agência de marketing digital do Brasil.

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Curso de SEO: O que é SEO?

 

Para começar nosso curso de SEO, vamos falar sobre o que é essa estratégia.

Bom, para você que nunca ouviu falar, SEO é a sigla para Search Engine Optimization, ou otimização para mecanismos de busca, em tradução livre.

Trata-se de um conjunto de técnicas usadas para otimizar sites, blogs, portais e lojas virtuais.

O objetivo central do SEO é fazer com que eles possam alcançar as melhores posições nos resultados orgânicos de uma busca, aumentar o seu tráfego e criar autoridade para o seu site.

A história do SEO

Neste curso de SEO não poderíamos deixa de fora como tudo começou.

Agora que você já sabe o que é SEO, vamos ver como ele deu os primeiros passos na história da internet.

Dizer exatamente em que momento surgiu o SEO é como dizer com precisão quando a roda foi inventada.

Não existe uma data precisa para o surgimento dessa área, mas sabemos que ela começou a se desenvolver com a preocupação dos sites em aparecerem nas pesquisas dos usuários. Isso aconteceu mesmo quando a internet não tinha nem um décimo dos sites que tem hoje.

Para quem curte saber uma data, podemos dizer que o SEO nasceu em algum momento do ano de 1991, quando Tim-Berners Lee lançou o primeiro site do mundo. Ele é considerado o pai da rede mundial de computadores ─ a World Wide Web, ou simplesmente a famosa web.

A partir daí, outros sites foram surgindo, e o SEO evoluiu à medida que a web cresceu. Com o tempo, os buscadores foram se aperfeiçoando, com o intuito de catalogar e organizar as páginas que não pararam mais de surgir na internet.

E cada vez mais pessoas utilizavam os mecanismos de busca para pesquisar entre milhares de informações que já estavam na web.

Foi aí, então, que os webmasters (profissionais que exercem as funções de web designer e web developer) começaram a se preocupar com a maneira como seus sites apareceriam nas buscas. E, com o aumento no número de páginas, os buscadores também passaram a se preocupar em entregar os resultados da busca do usuário em ordem de relevância.

Assim surgiu o uso das palavras-chave como principal atributo para o ranqueamento de páginas nos mecanismos de pesquisa. Mas eles apenas filtravam os resultados que tinham as palavras da consulta dos usuários. E só.

Então, os webmasters descobriram que, ao implementar algumas ações simples no desenvolvimento dos sites e no uso de palavras-chave, os resultados dos buscadores poderiam ser manipulados.

O problema, é que os sites que apareciam nas buscas dos usuários não tinham relevância nenhuma, já que eles estavam lá de maneira manipulada, apenas para ganhar tráfego.

É aí meus amigos, que finalmente começa a história do SEO.

Os donos dos sites repetiam várias e várias vezes as palavras-chave desejadas no site para conseguir melhorar seu ranqueamento. O objetivo era atrair muitos acessos para gerar cliques na publicidade e ter números atraentes para potenciais anunciantes.

Assim foi descoberto como fazer dinheiro na internet, sem pensar se aquela página era realmente relevante para o usuário.

Missão do Google

Porém, quando Sergey Brin e Lawrence Page criaram o Google, em 1996, eles queriam resolver esse problema que havia se instalado.

Os criadores do Google lançaram uma tecnologia inovadora para os mecanismos de busca, chamada de PageRank.

Ela trouxe novos procedimentos e regras para indexar e organizar as páginas da web, considerando as palavras-chave, mas também (e principalmente) a qualidade do conteúdo das páginas e as menções que elas recebiam de outros sites.

Assim foram lançadas as bases do SEO como conhecemos hoje em dia.

Como o usuário pesquisa na internet

A palavra-chave continua sendo o principal atributo que o Google considera para exibir as páginas nos resultados. Conforme os termos que o usuário digita, o buscador exibe os melhores resultados para aquelas palavras.

Então, para entender neste curso de SEO como posicionar bem um site nesses resultados, precisamos entender como os consumidores pensam ao realizar uma busca.

Existem três tipos de pesquisas nos buscadores para analisar:

1. Pesquisa navegacional

Essa é a busca em que o usuário já conhece o seu site ou nome da sua empresa. Algumas pessoas até mesmo digitam a URL completa no buscador.

Os usuários podem, por exemplo, buscar por “Liguesite” no navegador para encontrar o site da Liguesite ou até mesmo o seu endereço.

Quando isso acontece, são mínimas as chances de o usuário entrar em outra página.

2. Pesquisa informacional

Sabe quando você abre o Google e procura por franquias? Você está fazendo uma pesquisa por informações.

Quando o usuário busca alguma informação, diferentemente do primeiro tipo de pesquisa, ele não sabe bem qual tipo de conteúdo procura, o que torna a busca mais ampla. Qualquer site pode aparecer nos resultados com a informação que ele busca.

Por isso, é muito valioso quando o site ou blog da sua empresa aparece nas primeiras posições desse tipo de pesquisa.

3. Pesquisa transacional

A pesquisa é transacional quando um usuário faz uma busca com a finalidade de comprar um produto, encontrar alguma loja ou realizar alguma transação online.

Esse tipo de pesquisa vale muito, principalmente para um e-commerce.

Enfim, conhecer o tipo de pesquisa dos consumidores é importante para definir as melhores palavras-chave e produzir os conteúdos mais relevantes para aquilo que o usuário pesquisar. Dessa forma, você tem mais chances de ranquear bem e atrair o público certo.

Mas o principal objetivo de buscadores como o Google é oferecer a melhor experiência ao usuário.

Então, independentemente se a pesquisa for navegacional, informacional ou transacional, o usuário é o centro da estratégia. Por isso, se uma marca oferece conteúdos relevantes e uma boa experiência no site, tem a chance de ocupar uma melhor posição no ranqueamento.

Links patrocinados ou SEO: qual é melhor?

Essa pode ser uma pergunta difícil de se responder. Mas vamos tentar ser práticos neste curso de SEO. Antes de mais nada, os links patrocinados complementam o SEO e vice-versa. É válido também dizer que são duas coisas bem diferentes.

Os links patrocinados são o formato de publicidade do Google. Nessa modalidade, você paga ao buscador para que ele exiba os links do seu site em um espaço de destaque na busca, antes dos resultados orgânicos.

Para isso, os seus anúncios recebem uma pontuação, conforme a sua qualidade e a relevância da página de destino (que deve ser responsiva, rápida e funcional). Com essa pontuação, eles disputam um posicionamento nos resultados pagos com outros anunciantes, que também querem posicionar bem os seus anúncios para ter mais visibilidade.

Quando você tem sucesso nessa competição, seus anúncios aparecem para vários usuários que pesquisam pelas palavras-chave que você escolheu. Porém, quando você encerrar a campanha e deixar de investir, seus links não vão mais aparecer lá.

Já o SEO é um trabalho orgânico. Ou seja, você não pode pagar ao Google para aparecer nos resultados da pesquisa.

Em vez disso, deve trabalhar a otimização do site, produzir conteúdos relevantes e conquistar backlinks de qualidade para alcançar uma melhor posição nos resultados orgânicos.

Esse trabalho exige dedicação e paciência, pois os resultados não são imediatos. Mas, quando eles aparecem, tendem a se sustentar por muito tempo.

Quando você alcançar a primeira página, vai poder permanecer ali enquanto seu conteúdo for relevante.

Mas o mais legal disso é que você pode atualizar o conteúdo, o layout e a experiência do usuário de tempos em tempos e permanecer naquela posição. Assim, os conteúdos publicados continuam gerando tráfego e conversões mesmo com o passar dos anos.

Vantagens e benefícios do SEO

Investir ou não em SEO? Eis a questão!

Muitas pessoas ainda sentem alguma resistência para investir em SEO, pois não sabem quais resultados podem obter, e ainda ficam com dúvidas por conta do tempo que essa estratégia pode levar para trazer resultados reais. Por isso, vamos destacar neste curso de SEO três grandes vantagens:

  • Gera credibilidade para a empresa, já que ela aparece nas primeiras posições da busca, à frente dos concorrentes, o que significa que é uma autoridade no assunto em questão;
  • Atrai novos clientes, pois os usuários estão pesquisando, naquele exato momento, por alguma solução que a sua empresa oferece e têm mais chances de fecharem negócio;
  • Gera tráfego orgânico para o seu site, já que o Google é o buscador mais utilizado do mundo e pode atrair visitantes em grande volume sem que você precise pagar por isso.

Curso de SEO: Title, H1, H2, H3, H4

 

Agora que conhecemos um pouco sobre o que é SEO e qual é a sua finalidade, vamos partir para uma parte mais técnica que você precisa cuidar.

O primeiro item é a Tag Title, que representa no código o título da página.

O título é um dos itens mais importantes para o posicionamento de um site no Google, se não for o mais importante.

Se o Google tem o papel de mostrar os resultados mais relevantes referentes à pesquisa do usuário, o título da página é o que informa a ele o que vai encontrar se clicar naquele link.

Podemos comparar isso a um comercial de TV. Enquanto os anunciantes da TV têm apenas 30 segundos para cativar a atenção dos espectadores, você tem um título para conquistar o clique do usuário e chamá-lo para dentro do seu site.

Nesse sentido, esteja atento a algumas regrinhas básicas na criação dos seus títulos:

1. A Tag Title deve ter mais que 53 caracteres e menos que 60 para caber no espaço da página de resultados;

2. Sempre inclua a palavra-chave no seu título e, de preferência, mantenha o máximo possível à esquerda;

3. Seja criativo e persuasivo: essa é a grande chance de atrair mais um visitante para o seu site!

O que é H1, H2, H3, H4?

H1, H2, H3 (e assim por diante) são as Heading Tags do código de uma página. Trata-se de alguns recursos em HTML usados para a criação de títulos e subtítulos para os conteúdos, de forma que eles sejam mais bem organizados e estruturados.

O H1 é o mais importante de todos, pois é o título de um texto ou de uma página.

Observação: vale ressaltar aqui que o H1 e a Tag Title são duas coisas diferentes. A Tag Title é o título da página, que aparece na página de resultados do Google e na aba do seu navegador, por exemplo. Já a tag H1 é a frase que efetivamente aparece na página do site ou blog. Mas o Google analisa as duas tags para entender do que se trata aquela página.

Entre as Heading Tags, existe uma hierarquia, sendo que a H1 está no topo. Depois, vem a H2, que representa um tópico dentro do assunto trazido pela H1. Então, vem a H3, que é um subtópico dentro do assunto da tag anterior. E assim por diante.

O indicado, porém, é que os subtítulos não vão além da H4.

Exemplo de heading tags

Um exemplo bem legal para entender como usar as Heading Tags é pensar na seguinte ideia: o H1 é o planeta, o H2 é o Brasil, o H3 é o Paraná, o H4 é Curitiba, e os bairros Centro e Ahú são H5.

Assim como a Tag Title, o H1 deve ter entre 53 e 60 caracteres.

Em todas as Heading Tags, você deve trabalhar a palavra-chave e suas variações, para reforçar a compreensão do Google sobre o assunto do conteúdo e facilitar sua indexação.

Crie títulos e subtítulos que envolvam o leitor e despertem o desejo de seguir em frente.

Curso de SEO: Meta Description

 

Sabe quando você faz uma pesquisa no Google e os resultados aparecem na página?

Você vê links com um título (a Title Tag), a URL da página e uma descrição, certo? Então, essa descrição é a meta description, ou “meta descrição”.

Esse pequeno texto é exibido pelo Google para que os usuários tenham conhecimento sobre o que a página trata.

A meta description não influencia no posicionamento do artigo, pois não é um dos fatores de ranqueamento considerados pelo Google. Mas ela é fundamental para que as pessoas se sintam atraídas pelo conteúdo e cliquem em seu link.

Lembra quando fizemos um comparativo com o comercial de 30 segundos? Assim como a Tag Title, a meta description também é uma chance de despertar a atenção do usuário e fazê-lo clicar. Você tem apenas “uma rápida olhada” para chamar a atenção; caso contrário, pode perder um possível cliente.

Por isso, ela deve ser criativa e persuasiva para atrair novos leitores para o seu site.

Para não cortar a exibição da meta description na página de resultados, crie um texto curto, entre 120 e 156 caracteres.

Caso você não crie uma meta description para as suas páginas, o próprio Google seleciona um trecho dos seus textos para exibir nos resultados. O problema disso é que você não pode controlar o que vai aparecer. Então, o ideal é preenchê-la e garantir que o texto exibido será relevante.

Atenção aos caracteres

Os caracteres têm tamanhos diferentes. Por exemplo, letras maiúsculas ocupam mais espaço que minúsculas, e a letra O também ocupa mais que a letra I.

Portanto, se você precisa escrever um texto mais longo e quer cuidar para que ele não seja cortado, pense nos caracteres que estão sendo usados na sua meta description.

Sitelinks

Sabe quando você pesquisa sobre algum assunto no Google e aparecem sitelinks junto? Por exemplo, ao pesquisar “G1” no Google, aparecem as páginas que compõem o site, como Política, Entretenimento e Mundo. Isso são sitelinks.

Cada sitelink também traz uma meta descrição, que possui no máximo 50 caracteres. Então, cuide também a criação dos textos das meta descriptions dos sitelinks para que não fiquem cortados.

Rich Snippets

Outro elemento que pode aparecer junto à meta description nos resultados da busca do Google são os rich snippets.

Quando você busca por uma receita no Google, por exemplo, os links podem exibir uma nota dada pelos usuários, o tempo de preparo e a quantidade de calorias. Quando busca por algum produto, também pode aparecer o preço dele e a disponibilidade de estoque.

Esses recursos são chamados de rich snippets. Para que o Google possa exibi-los nos resultados, você precisa configurá-los por meio de dados estruturados, que têm a função de marcar conteúdos no HTML. Só assim o robô consegue identificar as informações do código que você quer exibir junto à meta description.

Mas qual é a importância dos rich snippets para SEO?

Assim como a meta description, eles não são um fator de ranqueamento. Mas eles têm um importante papel de atrair o olhar do usuário, já que eles fazem o resultado se destacar na página.

Além disso, eles fornecem mais informações que são relevantes para a decisão do usuário de clicar ou não naquele link. Se ele encontra a informação que deseja já nos rich snippets, a tendência é que ele clique no link, encontre o que deseja e tenha uma boa experiência no site.

Está gostando no nosso Curso de SEO? Então continue pois tem mais conteúdo interessante abaixo, acompanhe!

Curso de SEO: Palavras-chave

 

Quer saber qual o melhor caminho para chegar ao topo das pesquisas do Google? A resposta é bem simples: escolher as palavras-chave certas.

É claro que existem outras diversas técnicas, que ainda vamos desvendar neste curso de SEO. Mas se você tiver que escolher um aspecto para priorizar, escolha as palavras-chave.

Porém, a escolha dos melhores termos para trabalhar nas suas páginas pode não ser tão simples assim. O que torna isso tudo tão difícil?

A pesquisa de palavras-chave pode se resumir em 10% inspiração e 90% ação. Você precisa passar por diversas etapas e usar diversos métodos para levantar os termos mais importantes e mais usados pelos seus consumidores.

Portanto, escolher as palavras-chave para o conteúdo em um site ou blog ou para a descrição dos produtos na loja virtual é um caminho árduo. Mas, quando bem feito, os resultados podem ser incríveis. Veja agora como chegar lá.

O que são palavras-chave?

Bom, quando fazemos uma pesquisa no Google ou em qualquer outro buscador, digitamos uma palavra ou até mesmo uma frase, como por exemplo “franquias” ou “franquias de marketing digital”.

O buscador, então, capta essa palavra-chave e busca, no “catálogo” de todos os sites da internet, as páginas que trazem resultados relevantes para aqueles termos que estão sendo pesquisados.

Portanto, é a palavra-chave digitada na caixa de pesquisa que ativa a exibição dos resultados. E, por isso, você deve trabalhá-las nas suas páginas para que o Google reconheça que elas devem também estar nos resultados.

Assim, ao criarmos um site, portal ou loja virtual usando as palavras-chave certas e respeitando todos os processos de SEO, eles podem ganhar melhores posições no ranqueamento e serem vistos pelos usuários certos, na hora certa.

É importante frisar que as palavras-chave seguem tendências do mercado. Pode ser que, em determinada época, um termo seja bastante buscado. “Copa do mundo”, por exemplo, tem picos de pesquisas a cada 4 anos; porém, nos intervalos, as buscas diminuem bastante.

Esse é só um exemplo para demonstrar como é importante realizar a pesquisa de palavras-chave constantemente, para identificar novas oportunidades de atrair mais público. Se um termo está bastante em alta, você pode explorá-lo para atrair mais visitantes.

Também é importante reforçar a importância de ter um site para ser encontrado pelo seu público.

Imagine. O Brasil possui mais de 21 milhões de empresas em 2018, e esse número pode aumentar muito ainda.

E pode ter certeza que boa parte dessas empresas não possui um site. Para você ter uma ideia, existem apenas 4 milhões de domínios registrados no site registro.br, o que demonstra o potencial de novos sites ainda a serem criados.

Um site é uma porta de entrada, um cartão de visitas, é o seu portfólio digital. Quando buscamos por uma empresa, queremos encontrar informações claras e organizadas sobre ela, não apenas uma página em uma rede social. Queremos pesquisar e encontrar a informação, e quando não achamos, ficamos frustrados.

Dentro do seu site, você ainda pode agregar um blog, para publicar conteúdos aprofundados sobre o seu ramo de atuação. Assim, quando o usuário realizar uma pesquisa informacional, ele também pode se deparar com a sua empresa, que vai resolver a sua dúvida ou necessidade.

Portanto, quanto antes você criar um site para a sua empresa, melhor. Mais importante ainda é publicar esse site já de olho no SEO, nas palavras-chave das páginas e na qualidade técnica do desenvolvimento.

Assim, o seu site vai indexando nos buscadores, e você vai ganhando posições, esse é o objetivo deste curso de SEO.

Como procurar uma palavra-chave

Uma coisa é certa: você precisa fazer uma grande pesquisa antes de adicionar as palavras-chave nos conteúdos do seu site, portal de notícias e loja virtual.

Lembre-se da seguinte regra: nunca, nunca mesmo, vá só pelo “achismo” para definir as palavras-chave. Existem diversas ferramentas para munir a sua pesquisa de termos que realmente são usados pelos usuários.

Então, em vez de usar a sua intuição para apostar numa palavra-chave e correr risco de não ter resultados, invista tempo em uma boa pesquisa.

Quer mais uma dica? Ok, nunca perca a paciência. Você precisa produzir, testar, ajustar e esperar. É um ciclo sem fim.

Neste curso de SEO indicaremos duas ferramentas muito boas para fazer uma boa pesquisa. Existem muitas opções no mercado, por isso você não precisa se prender a essas duas somente.

Ferramenta 1: SEMrush

O SEMrush é uma ferramenta completa. Para usá-la, basta fazer um registro no site. Após fazer o seu login, você terá acesso ao dashboard. Ele consegue juntar todas as ferramentas de uma pesquisa de palavras-chave em um só lugar.

Ao pesquisar por um termo na ferramenta, você consegue ter acesso a um grande universo de outros termos que estão ligadas a ela.

A ferramenta pega como base as pesquisas de 30 países, e o Brasil está entre eles. São mais de 2,4 bilhões de palavras-chave disponíveis no banco de dados, e pode ter certeza que esses números só vão crescer.

Os resultados das pesquisas feitas vão mostrar a você informações como:

  • Volume de tráfego daquela palavra;
  • Custo por clique (CPC) médio;
  • Densidade de concorrência;
  • Resultados e tendências;
  • Palavras-chave relacionadas.

Com esses dados, fica muito mais fácil você construir uma estratégia a partir de palavras-chave relevantes, que são buscadas pelo seu público-alvo. Dessa forma, você foge do mero achismo de que determinada palavra-chave vai te levar para a primeira página.

Para ter acesso a tudo isso e muito mais, você vai precisar desembolsar uma mensalidade, a partir de 99 dólares, que pode ser personalizada para a sua empresa.

Ferramenta 2: Planejador de palavras-chave do Google

Diferentemente do SEMrush, o planejador do Google é gratuito e foi criado para planejar as palavras-chave dos anúncios pagos. Mas você pode usá-lo para realizar a pesquisa de palavras-chave com foco no SEO para o seu site, blog e loja virtual.

Entre as principais vantagens de usar essa ferramenta, segundo o próprio Google, é que você pode pesquisar pelos termos e ainda encontrar outros relacionados, a partir da página de destino que você incluiu no início da pesquisa.

Além disso, você terá acesso a estatísticas e ao volume de pesquisa para os termos escolhidos.

A única ressalva é que não devemos usar o planejador como única fonte de pesquisa. Ele deve funcionar como uma base para planejamento, para servir como orientação e organização. Por isso, indicamos também o SEMrush, que é uma ferramenta mais robusta.

Quantas vezes usar uma palavra-chave em um conteúdo?

Já sabemos que, no surgimento do SEO, uma das preocupações dos buscadores era qualificar os resultados das pesquisas e eliminar aquelas páginas que usavam más práticas de otimização.

Uma dessas práticas era replicar várias vezes a palavras-chave em diversas partes da página, tornando o conteúdo desagradável para o leitor. Essa prática é chamada de keyword stuffing e é punida pelo buscador.

Por isso, agora devemos usar a palavra-chave na página com sabedoria, para não termos problemas com os buscadores.

Você pode perder posicionamento e vai demorar para retomar uma boa colocação no ranqueamento por causa disso.

O Google não diz quantas palavras-chave um texto deve ter, pois é algo muito relativo. Depende muito de quantas palavras compõem o texto, a frequência e os locais em que elas são usadas, entre outros aspectos. Mas você pode seguir uma estrutura simples:

  • 1x no título (preferência que fique o máximo possível na esquerda);
  • 1x na H1 e 1x na H2 ou H3;
  • De 2 a 5x em todo o conteúdo dependendo do tamanho do texto;
  • 1x na meta description;
  • 1x no alt text da imagem;
  • 1x na URL;
  • 1x no nome do arquivo da imagem.

Mas vale ressaltar neste curso de SEO: em vez de se prender a essas indicações, foque na qualidade do conteúdo para o usuário. Pense que ele deve encontrar um bom texto, realizar uma leitura agradável e consumir todo o conteúdo da página.

Latent Semantic Indexing (LSI)

Latent semantic indexing é uma tendência forte de SEO, e não poderíamos deixar de fora no nosso curso de SEO.

Trata-se do uso de palavras-chave semânticas, que são termos relacionados e sinônimos ao longo do texto para torná-lo mais rico e interessante.

O Google usa essa proximidade semântica para entender ao que o conteúdo está se referindo, para que o usuário receba resultados relevantes para a sua pesquisa.

Não queremos pesquisar sobre uma coisa e ler algo que não tem absolutamente nada a ver com o que buscamos, certo?

Lembra quando contamos a história do SEO e falamos que os textos tinham palavras-chave que não correspondiam ao conteúdo? Pois então. O algoritmo foi aprimorado e isso ficou para trás.

Hoje, ele é capaz de reconhecer o contexto em que as palavras-chave estão inseridas, bem como os termos que estão próximos delas, para identificar se o conteúdo é realmente relevante para a pesquisa do usuário.

Por isso, é necessário criar um conteúdo orientado pelas palavras-chave, mas não exatamente cheio delas, e sim com variações e sinônimos.

Curso de SEO: Imagens e Conteúdo Relevante

Imagens otimizadas para SEO

Sim! Até mesmo as imagens que você usa em seu site devem ser otimizadas para o Google, e nós incluímos um tópico para elas no nosso curso de SEO.

Sabe por quê? Embora seja muito esperto, o robô do Google ainda não sabe ler imagens ─ ele lê apenas textos e códigos HTML.

Por isso, ele busca outras formas de entender o que aquela imagem contém, e são esses atributos que você deve otimizar. Eles estão no código da página, nas tags de texto alternativo e do nome do arquivo, principalmente.

Mas o algoritmo, como dissemos, é esperto e sabe compreender também o contexto em que a imagem está inserida. Portanto, o conteúdo que está em volta da imagem também é considerado pelo Google para indexá-la.

Lembre-se de que existe uma seção do Google voltada especialmente para a pesquisa de imagens. Ao otimizá-las no seu site, elas podem conquistar um bom posicionamento também nessa área de pesquisa e, assim, gerar mais tráfego para as suas páginas.

O que é alt text?

A Alt Tag tem a função de descrever a imagem para o robô. Essa é a parte que será lida pelo Google para identificar se ela traz algo relevante para o usuário.

Também é essa tag que apresenta um texto alternativo ao usuário quando a imagem não carrega, devido a algum problema. Programas para pessoas com dificuldades de visão também recorrem à Alt Tag para descrever as imagens aos usuários.

Para a Alt Tag funcionar, é necessário que você descreva exatamente o que a imagem exibe, incluindo a palavra-chave que você deseja posicionar, de forma que ela seja encontrada na pesquisa.

Evite usar as “stop words”, que são palavras irrelevantes para o conjunto de resultados que serão exibidos nos sites de pesquisa, como estas: para, de, com, os, as, entre outras.

Mais uma vez, pense em como o usuário pesquisaria por aquela imagem no Google e tente usar as palavras-chave dele na Alt Tag. Você pode escrever até frases longas como texto alternativo ─ o importante é que ele seja bastante descritivo e compreensivo.

E o título (title) da imagem?

O título é um complemento da Alt Tag de uma imagem.

É ele que gera o “tooltip”. Sabe quando colocamos o cursor sobre a imagem e aparece uma caixinha com texto? Então, esse é o título da imagem.

Ele deve também descrever o que é a imagem, como uma informação extra para o usuário. Em alguns casos, ele simplesmente repete o que há na Alt Tag, ou pode conter uma chamada complementar a ela.

De preferência, use também a palavra-chave nesta tag, para reforçar a otimização.

O tamanho ideal da imagem

A extensão do seu arquivo pode influenciar e muito no tamanho final dele.

Existem muitas extensões disponíveis, mas para o seu site não ficar muito lento por causa das imagens pesadas, você precisa escolher o tamanho certo.

Na ferramenta Ligue SEO da Liguesite, existe uma integração automática para reduzir o tamanho das imagens e facilitar a sua vida.

O Google sempre dá preferência para sites que carregam mais rápido. Afinal, a experiência do usuário é muito prejudicada quando ele acessa uma página e ela demora muito tempo para abrir. Por isso, o tamanho das suas imagens afeta a otimização do site.

Para que o site continue tendo um bom desempenho, o tamanho ideal deve ser o menor possível, desde que não perca a qualidade necessária. Procure não usar imagens com mais de 500Kb.

Quer falar com um Especialista em SEO?

Conteúdo Relevante

Produzimos muitos artigos em nosso blog falando sobre a importância da produção de conteúdos relevantes para o público.

Mas por que falamos tanto disso neste curso de SEO?

Conteúdo relevante é o que torna o seu site ou blog interessante para o usuário. É em busca do que você tem a dizer que o visitante acessa o seu site e, se encontrar o que deseja, permanece por lá.

E o que significa um conteúdo relevante? Trata-se daquele artigo que resolve alguma dúvida do consumidor, que ajuda a escolher algum produto que ele vai comprar, que acrescenta algum valor na vida dele.

Dessa forma, você conquista a confiança do consumidor e tem mais chances de fechar negócio com ele, já que você está demonstrando domínio sobre o assunto e ajudando a vida dele de alguma forma.

Para o Google, isso é muito importante no ranqueamento. Se ele avalia que o visitante consumiu um conteúdo de valor no seu site, isso tem um peso enorme para melhorar o seu posicionamento.

Caso contrário, ele vai buscar outro site concorrente que entregue um conteúdo mais valioso que o seu. O resultado? Você ficará lá atrás no ranking e não será encontrado pelo seu público.

Para evitar isso, vamos passar cinco dicas fundamentais de como criar um conteúdo relevante para o seu público. Confira:

1. Saiba tudo sobre o seu público.

 

Não adianta mais definir o seu público como homens e mulheres, entre 18 a 40 anos, com ensino superior. Dessa forma, você tem uma definição muito genérica de quem são as pessoas com que você precisa se comunicar.

Esqueça as pesquisas rasas. Você precisa realmente conhecer o seu público a ponto de saber sua rotina, seus gostos, comportamentos e desafios, além de como ele pensa na hora de procurar por aquilo que você está oferecendo.

A partir desse conhecimento sobre a sua persona, você vai conseguir realmente se conectar com ela e criar conteúdos que agradem o seu público.

2. Organize suas ideias, pesquise e produza um conteúdo por vez

Você sabe sobre o que quer falar? Já tem a estrutura do conteúdo em sua mente? Não estamos falando apenas sobre o conteúdo para o blog, mas também para o seu site ou loja virtual.

Pesquise bastante sobre os conteúdos que você vai escrever. Busque fontes de informação, fale com a equipe da sua empresa, leia livros sobre o assunto ─ e entenda se tudo isso é relevante para o seu público. E não esqueça de anotar todas as ideias que forem surgindo para não esquecer.

Depois, organize as ideias já pensando na estrutura do texto e em tudo o que você quer abordar. Assim, o texto também vai ficar mais organizado e proporcionar uma leitura mais agradável.

E não misture muitos assuntos em um mesmo texto. O ideal é focar em um tema por vez, de acordo com a palavra-chave que é o foco da página.

Sabe aquelas conversas em que você se perde no meio do caminho de tanta coisa que a outra pessoa já falou? Isso pode ser muito chato, principalmente quando você está tentando conquistar alguém, como acontece na estratégia de marketing de conteúdo.

3. Traga ideias novas

Quantas vezes já paramos para ler alguma coisa na internet e, quando chegamos ao final, temos a impressão de que já lemos aquilo em algum lugar?

Isso acontece bastante na internet porque a produção de conteúdo se popularizou muito, e os assuntos acabam se repetindo de um blog para outro.

Por isso, falar sobre assuntos diferentes, até mesmo com um novo ponto de vista, é algo muito bom para chamar a atenção do público.

Mais uma vez, a pesquisa do tema se mostra importante! Uma pesquisa aprofundada pode demorar um pouco mais, mas com certeza traz ideias novas, questões que não foram abordadas por nenhum outro blog e que o leitor nunca tinha visto antes.

4. Faça um planejamento dos conteúdos

Esse é uma dica muito importante principalmente se você vai criar um blog para o seu site. Mas quem disse que não pode ser implementado para um site institucional ou um e-commerce? Faça um planejamento de tudo o que você precisa criar.

Dessa forma, você consegue visualizar quais conteúdos devem ser criados, quais temas ainda devem ser abordados, quais palavras-chave devem ser usadas, entre outras questões. Isso evita que você repita temas e ajuda a estruturar melhor a arquitetura e a navegação.

Com essa organização, o usuário terá uma experiência mais rica ao ler o seu site ou blog.

5. Revise o seu material

A revisão é uma das dicas mais básicas para produzir um bom conteúdo, mas também uma das mais fundamentais.

Ela é importante não somente pela ortografia, que deve estar em dia, mas também pela questão da semântica, dos objetivos do texto, relevância do conteúdo, aprofundamento do assunto, imagens usadas, call to action e por aí vai.

Preste atenção também no tamanho do texto. Em geral, uma redação com mais palavras tende a aprofundar mais sobre um tema e ser mais interessante para o leitor. Isso, porém, não é uma regra, pois não faltam na internet conteúdos extensos e, ao mesmo tempo, rasos. Se o seu texto estiver assim, aproveite a revisão para cortar o que é desnecessário.

O Google não indica um tamanho ideal de texto, nem se ele deve ter 300, 1000 ou 5000 palavras. Ele sabe identificar quando um texto consegue transmitir um conteúdo aprofundado e de valor para o leitor. Portanto mais uma vez neste curso de SEO queremos dizer que, o mais importante é focar na qualidade do texto.

Cuide sempre dos detalhes, pois são eles que podem determinar a qualidade da experiência do usuário e a credibilidade que o seu conteúdo transmite.

Curso de SEO: Cauda Longa

O que é cauda longa?

Você já ouviu falar sobre esse conceito? Se ainda não, acompanhe a nossa explicação, pois ele será muito importante para você saber aproveitar melhores oportunidades em SEO.

O termo cauda longa se tornou popular com um livro publicado por Chris Anderson, chamado “A cauda longa – Do mercado de massa para o mercado de nicho”.

A intenção do livro é mostrar a tendência do mercado de varejo em focar nos produtos de nicho, ou seja, que atingem um público menor e mais específico. Quando uma empresa faz isso, ela se torna especialista na área, uma referência para o público e geralmente tem menos concorrência de outras empresas.

Por outro lado, empresas que focam em atingir a massa, em busca de mais volume de vendas, enfrentam uma concorrência mais acirrada, além de se tornarem generalistas, ou seja, não são referências em nenhum assunto.

Essa mesma lógica pode ser aplicada ao SEO.

Sites e blogs que focam em palavras-chave amplas e genéricas buscam alcançar um tráfego maior, porém costumam enfrentar mais concorrência para aparecer nos resultados da busca.

Já as que trabalham com palavras-chave mais específicas, focadas em um nicho, têm menos concorrentes para o ranqueamento e conseguem se tornar referências no assunto, pois são vistas como especialistas.

Por exemplo, quando pesquisamos por “franquias”, estamos atingindo pessoas que querem saber informações sobre franquias, saber o que são, entender quais tipos de franquias existem no mercado e assim por diante.

Agora, se pesquisamos por “franquias de marketing digital”, conseguimos focar em um nicho do mercado que provavelmente já sabe o que são franquias, quais segmentos existem e que, de certa forma, já está decidido a conhecer especificamente as franquias de marketing digital, como a Liguesite.

Por já estarem mais decididos, os consumidores que buscam por esse tipo de palavra-chave também tendem a estar mais prontos para comprar. Portanto, as chances de conversão com eles são maiores.

Esse tipo de termo de pesquisa é conhecido como palavra-chave de cauda longa (ou long tail keywords), e vamos falar mais sobre elas agora.

As palavras-chave de cauda longa

Palavras-chave de cauda longa

As palavras-chave de cauda longa geralmente são formadas por três ou mais palavras. Elas criam uma frase que representa essa busca mais focada.

Para quem está pesquisando palavras-chave para a estratégia de SEO, a ideia é focar nos termos mais específicos para alcançar pessoas que querem um conteúdo mais especializado.

Pode parecer um pouco arriscado, mas pode ter certeza que a estratégia de cauda longa aumenta as possibilidades do seu site, portal de notícia ou loja virtual ser encontrado pelas pessoas certas.

Isso sem falar que você ganha mais pontos com o Google, que também quer entregar um conteúdo mais especializado para quem busca por eles.

Assim, a cauda longa faz com que os usuários encontrem o seu negócio de maneira mais fácil.

Você terá uma menor taxa de rejeição e ainda pode aumentar o tráfego pelo Google.

Assim como falamos no tópico sobre as palavras-chave, é muito importante fazer uma pesquisa e um planejamento sobre os termos de cauda longa. Entenda quais são as dúvidas mais específicas do seu público e como elas são pesquisadas no buscador.

Como você vai atingir um público muito específico, se escolher as palavras erradas, a sua estratégia pode acabar dando errado.

Curso de SEO: Dicas de SEO

 

Agora que você já conheceu os principais conceitos no nosso curso de SEO, vamos falar de algumas dicas práticas para melhorar o posicionamento do seu site, blog ou loja virtual.

Acompanhe e aplique na sua estratégia:

1. Use as redes sociais

Aproveite o poder das redes sociais para potencializar o seu conteúdo e tornar suas publicações mais populares.

Você pode divulgar links dos seus conteúdos no Facebook, incluir o ícone das suas redes sociais no rodapé do site e inserir botões de compartilhamento nas suas páginas, por exemplo.

Dessa forma, o público acompanha os seus posts e percebe que você está sempre atualizado. E o Google também valoriza que você esteja conseguindo engajar os consumidores com as suas publicações.

2. Atualize constantemente o seu site ou blog

O Google gosta que você mantenha um blog sempre em atividade e com artigos atualizados. Isso mostra que você se preocupa em produzir conhecimento e entregar um conteúdo fresco para o público.

Além disso, os leitores de um blog mantêm o engajamento quando sempre têm algo de novo e interessante para ler. Portanto, atualize sempre o seu blog para garantir o interesse do público e não deixá-lo ir para a concorrência.

3. Invista em link building

É o item mais trabalhoso em SEO, mas pode ser o seu grande diferencial.

Resumindo, link building é o ato de conseguir links de outros sites. Os buscadores dão muito valor para páginas que recebem menções de outros sites bons e confiáveis. Por que isso?

Bom, porque isso faz com que o seu site seja referência em um assunto. Lembra na época da escola, quando tinha uma pessoa popular? Que todo mundo falava dela? É mais ou menos isso que o Google pensa.

Se outros sites estão falando que vale muito a pena conhecer o que você tem a dizer, o Google entende que você é uma autoridade na área.

Mas é importante frisar que o link building não deve ser adotado para qualquer tipo de site. Os sites devem ser bons, confiáveis, com autoridade no assunto em questão e relacionados ao seu mercado. Se forem sites duvidosos, isso pode até contar negativamente para o Google.

4. Guest Post

Basicamente, guest post é a prática de publicar um conteúdo como um convidado em outro blog. Existem muitos benefícios ao fazer isso:

  • Alcançar nova audiência;
  • Posicionar-se como uma autoridade no assunto;
  • Conseguir link building de qualidade.

Guest post, porém, não deve ser uma publicidade paga. Você deve criar um relacionamento com sites e blogs importantes do mercado para conseguir um espaço naturalmente, como um convidado.

O Google não quer que guest posts se tornem um mercado, em que os sites cobrem para publicar o artigo de outro autor. Isso poderia prejudicar a experiência dos usuários e se transformar em spam de backlinks.

5. Pense no texto-âncora

Imagine que você está falando sobre o que é uma franquia no seu blog. No meio do texto, você faz uma referência sobre franquias de marketing digital.

Por incrível que pareça, você tem um conteúdo bem bacana sobre marketing digital que pode ter mais informações relevantes para o leitor. Então, você cria um link nas palavras “marketing digital” para o seu leitor clicar e conhecer o texto.

Essa prática é chamada de linkagem interna, que se refere à criação de links para outras páginas do próprio blog em que o artigo foi publicado.

Com essa ação, você faz com que o usuário passe mais tempo navegando em seu blog. Isso conta bastante para a otimização SEO, já que aumenta o tempo médio de duração de uma visita.

Mas a linkagem interna também cumpre outro papel: ajudar o Google a entender sobre o que o artigo de destino trata. Para isso, você deve usar o texto-âncora de maneira inteligente.

O texto-âncora se refere às palavras que você usa para linkar a página de destino. No exemplo que demos antes, usamos a expressão “marketing digital” para linkar um artigo do nosso blog que trata desse assunto.

O robô, então, também analisa essas palavras para posicionar uma página. Se ele percebe que todos os backlinks para aquele artigo reforçam o texto-âncora “marketing digital” ou expressões semelhantes, ele entende o assunto do texto e pode indexá-la para esse termo de pesquisa.

6. Foque na experiência do usuário

Quando falamos na experiência do usuário, pensamos na melhor sensação que ele pode ter em seu site.

Ele deve se sentir confortável, bem orientado e interessado ao interagir com o seu conteúdo, layout, navegação, velocidade de carregamento, entre outros elementos.

O site deve ser fácil de navegar para os seus usuários. Não se prenda nos seus gostos pessoais: pense sempre em seu público. Só assim ele vai se sentir à vontade em acessar o seu site.

É importante também lembrar que muitos visitantes do seu site usam o celular para acessá-lo. O que isso significa? Que você também deve oferecer uma boa experiência a ele.

Então, todas as páginas do site devem ser mobile-friendly, ou seja, amigáveis a qualquer dispositivo móvel. Em todos os tamanhos de tela, o usuário deve facilmente conseguir ler os textos, clicar nos botões e executar as tarefas que deseja.

Talvez você mesmo já tenha se deparado com algum e-commerce que não funcionou no celular quando você queria comprar algum produto. Isso ainda é muito comum!

Porém, qualquer problema na experiência com o site pode fazer o visitante desistir de acessá-lo. E isso significa uma venda ou uma oportunidade de negócio perdida...

Isso diz respeito também à velocidade de carregamento. Uma pequena demora para carregar uma página já é motivo para os usuários desistirem de acessá-la. Afinal, quem nunca perdeu a paciência com um site lento?

Portanto, a velocidade também afeta a experiência do usuário. Para evitar problemas, teste a velocidade do seu site e, depois, faça as alterações nos pontos que estão impedindo o site de carregar mais rápido.

Isso pode ser causado pelo tamanho das imagens, a hospedagem do site, o desenvolvimento do código, o uso de plugins em excesso, entre outros fatores.

Já falamos outras vezes neste curso de SEO, mas nunca se esqueça de que a experiência do usuário é o foco do Google.

7. Insira sua empresa no Google Meu Negócio

Criar uma página para a sua empresa no Google Meu Negócio permite que as pessoas encontrem facilmente a sua marca ou loja na busca orgânica do Google.

O Google Meu Negócio exibe todos os seus dados de localização e contato, além de outras diversas informações, como avaliações, fotos do estabelecimento e o seu site.

8. Pratique o copywriting

Copywriting nada mais é que escrever um conteúdo persuasivo, que tem mais chances de venda.

É uma arma usada pelas empresas para convencer um público a tomar uma decisão rapidamente. No final, quem estiver lendo o seu texto vai concordar com aquilo que você está falando.

Isso é essencial para que o tráfego gerado pela estratégia de SEO se transforme em conversões, ou seja, resultados palpáveis para o seu negócio.

9. Utilize CTAs

Seguindo a mesma linha do copywriting, as CTAs servem para chamar a atenção de alguém e incentivá-lo a realizar uma ação.

CTA significa “call to action”, ou “chamada para a ação”. São, por exemplo, os botões que você encontra pela internet com as frases “baixe agora o nosso e-book”, “compre agora o nosso produto”, entre outros.

Com o uso das CTAs, você tem mais chances de direcionar o consumidor para a conversão, como um download ou uma compra.

10. Adote URLs amigáveis

Você precisa adotar URLs amigáveis no seu site para torná-las compreensíveis tanto para o usuário quanto para o Google.

Evite usar letras e números confusos e palavras desnecessárias. Por exemplo: “www.meu-site-com-detalhes-desnecessários.com/conteúdo-123-xyz”.

O ideal é usar palavras que descrevam o conteúdo da página, bem como a palavra-chave que a identifique, dessa forma: “www.meu-site.com/palavra-chave”. Por exemplo: "www.liguesite.com.br/franquia-de-marketing-digital/".

11. White Hat e Black Hat

White Hat são as técnicas usadas por um profissional ou agência de SEO para fazer algo permitido pelo Google, dentro das suas diretrizes. Tudo o que explicamos até agora neste curso de SEO, são práticas de White Hat.

Os resultados podem demorar, mas com certeza vão aparecer, se você fizer tudo certo.

Já o Black Hat são as técnicas usadas por profissionais maliciosos para fazer algo que vai contra as políticas do Google. Para o buscador, por exemplo, usar termos ocultos na página, exagerar na repetição de palavras-chave ou fazer link building com sites duvidosos pode ser entendido como Black Hat.

O resultado de utilizar essas práticas será a penalização do seu site, que pode ser rebaixado ou simplesmente banido do ranking.

Busque na internet e conheça atentamente as políticas do Google. Nunca aceite fórmulas milagrosas para colocar sua empresa no topo das pesquisas.

Curso de SEO: Ferramenta de SEO

Agora vamos praticar tudo o que aprendemos nas teorias acima com a ferramenta Ligue SEO!

Ela é bastante pratica e tem trazido muitos resultados para empresas. Veja, por exemplo, como a criação de um site otimizado fez uma empresa aumentar 1500% do seu faturamento!

 

Iremos dar continuidade na ferramenta de SEO na prática, acompanhe:

 

Também preparamos algumas dicas comerciais caso você queira trabalhar com a venda de SEO.

E por falar em trabalhar e ganhar dinheiro com marketing digital, fale conosco agora mesmo e faça parte da família que tem a maior agência de marketing digital do Brasil.

A missão das Franquias de Sucesso é juntos conectar pessoas ao seu negócio por meio da internet!

Seja estratégico, conecte-se!

Liguesite

O blog Liguesite oferece conteúdo de marketing digital gratuito para empreendedores alcançarem resultados positivos em seus negócios com a internet. Nós queremos ajudar você e a sua empresa também!

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