E-commerce

: tudo o que você precisa saber
e-commerce

Por Artigo de Wallace Castro. Postado em 30/11/2017. Última atualização em 30/11/2017.

Tempo estimado de leitura: 21 minutos.

A internet chegou, está consolidade e já gera milhares de reais todos os anos com a venda de diversos produtos e serviços.

Como todo o empreendedor busca lucratividade e controle de custos, o e-commerce é uma excelente opção.

Por isso, neste artigo iremos dar várias dicas para você entrar com segurança no mundo do e-commerce.

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O que é e-commerce

O comércio eletrônico, ou e-commerce, é um modelo de comércio que funciona exclusivamente pela internet.

No geral, ele ocorre em lojas virtuais, e pode ser dos mais diversos segmentos.

Hoje em dia, milhares de produtos estão sendo vendidos online:

  • desde roupas;
  • livros;
  • alimentos;
  • veículos;
  • ou mesmo produtos não físicos, como cursos ou músicas.

Vamos ver quais são os tipos de e-commerce mais utilizados no mundo.

Tipos de e-commerce

Há 7 diferentes tipos de e-commerce sendo utilizados na internet. Os mais comuns são o B2B e o B2C.

B2B

O que é B2B

B2B significa Business to Business, ou seja, "negócio para negócio".

É o nome dado para o comércio eletrônico que trabalha apenas no atacado, vendendo e comprando unicamente de outras empresas.

Esse tipo de relação comercial, quando feita online, facilita muito os processos entre fornecedores e lojas.

No fim, até o consumidor final sai ganhando, já que muitos custos de operação podem ser reduzidos assim.

Por isso o B2B é importante para todo o sistema comercial da empresa.

E-commerce B2B

Exemplos: Staples (que trabalha com materiais de escritório e papelaria) e Amazon (que também trabalha no formato B2C, como veremos em seguida).

B2C

O que é B2C

A tradução agora é Business to Customer: "negócio para consumidor".

É o modelo mais tradicional de todos, dentro e fora do e-commerce.

Uma loja dispõe seus produtos e serviços e os vende diretamente para o cliente.

É onde a maior parte das empresas se encontra no mundo digital, e a cada ano ganha mais força.

E-commerce B2C

Exemplos: Americanas, Schutz, ShoeBiz e muitas outras (nessa categoria se encaixam, também, as empresas de compras coletivas, como o Groupon ou o Peixe Urbano).

Empresas podem trabalhar com o modelo B2B e B2C simultaneamente, se puderem e precisarem disso.

Os outros tipos de comércios digitais são opções mais incomuns, mas eficazes à sua própria maneira, vejamos.

C2C

C2C significa Customer to Customer, ou "cliente para cliente".

Nesse caso, a empresa apenas oferece um canal para a comunicação e a venda de produtos entre pessoas físicas.

Exemplos: Mercado Livre e eBay.

P2P

Peer to Peer, quer dizer "pessoa para pessoa" e não usa o intermédio de nenhuma empresa.

É utilizado quando o produto é digital, como arquivos de música ou filmes.

No geral, quase não há lucro nessa modalidade, já que ela é amplamente associada à pirataria.

M-commerce

O "m" representa "mobile".

Este tipo de comércio se refere às vedas feitas atravnés de dispositivos móveis, como smartphones.

É um modelo recente de e-commerce, mas é analisado pelas grandes empresas, visto seu crescimento.

O Google Play Store ou o App Store são alguns exemplos de sucesso.

S-commerce

Este tipo pode ser considerado uma implementação de qualquer um dos outros modelos.

Neste caso, a maior preocupação da empresa é com as redes sociais, como modo de atrair e fidelizar seus clientes.

Também pode ser considerada s-commerce aquela loja que usa o relacionamento com o consumidor como sua principal estratégia de vendas (através de promoções, pedidos de opiniões, pedidos de sugestões e mais).

T-commerce

Por fim, o t-commerce também é recente e se faz presente em cada vez mais casas brasileiras.

É a venda de produtos através de televisões digitais, geralmente de filmes, séries e desenhos.

As operadoras de TV por assinatura estão trabalhando bastante com isso, como é o caso da Vivo e da Net.

E-commerce no Brasil

Mundialmente falando, o e-commerce surgiu pela primeira vez em 1979, inventado pelo inglês Michael Aldrich.

É claro que o sistema só se popularizou nos anos 1990, com a chegada da World Wide Web (WWW), a internet como a conhecemos hoje.

No Brasil, não demorou muito para que o e-commerce fosse implantando.

Em 1992, a Magazine Luiza foi a primeira a lançar uma loja virtual, que funcionava em terminais.

Entretanto, isso não foi exatamente parte da internet.

O primeiro e-commerce feito na WWW foi a Brasosoftware, em 1996.

Em seguida, centenas de pequenos, médios e grandes empreendedores passaram a migrar para o digital.

Daí para frente, o e-commerce só cresceu.

Desde 2011, a plataforma e-Bit acompanha e avalia a qualidade de milhares de empresas que vendem online, e o número de lojas cadastradas aumenta anualmente.

Em 2016, por exemplo, mesmo com a crise vigente no país, o e-commerce teve um crescimento de 18%.

Este ano, surgiram previsões também otimistas, e é provável que o crescimento siga entre 10% e 15% todo ano.

O motivo para tanto sucesso?

Aos poucos, mais e mais brasileiros ganham acesso à internet e outras tecnologias.

Por outro lado, isso significa também que a concorrência está aumentando; portanto, ter um e-commerce funcional e confiável é a chave para manter um público fiel.

E-commerce vantagens e desvantagens

Como todo tipo de comércio, o e-commerce vem com vantagens e desvantagens.

Antes de começar a trabalhar nesse ramo, é recomendável analisar os dois lados para ver o que funciona melhor para a empresa no momento.

Vantagens

  • Baixo custo, já que a infraestrutura de um e-commerce não exige todas as mesmas medidas e investimentos que uma loja física.

Isso significa menos taxas, menos salários, poucos custos operacionais no geral e um consequente aumento da margem de lucro.

  • Prazos menores, também devido à infraestrutura, que pode ser construída muito mais rapidamente.

Além disso, há menos burocracia durante esse processo, em comparação com salões e prédios alugados, por exemplo.

  • Não há o mesmo limite de espaço, o que possibilita que a empresa trabalhe com diversos produtos e públicos, com uma abordagem diferente para cada um deles.
  • A loja online está 24 horas no ar, o que é um atrativo para consumidores de todo o país.
  • Mais comodidade para o cliente, que não precisa sair de casa para adquirir o produto.

Desvantagens

É preciso convencê-los de que estão comprando algo de qualidade, que será enviado e chegará no prazo estipulado.

  • Vulnerabilidade do sistema contra hackers, que podem roubar informações bancárias dos clientes. Proteções resistentes são obrigatórias.
  • Dependência da transportadora ou Correios para que o produto chegue integralmente e no prazo.

Como criar um e-commerce

Neste ponto do artigo, você já entendeu o bastante sobre como o comércio eletrônico funciona, e quais benefícios ele pode implementar para sua empresa.

Chegou a hora de aprender como criar o seu próprio e-commerce!

Alguns passos são essenciais para essa jornada. Siga-os:

1. Registro de domínio

O domínio é o endereço virtual de um site na internet.

É a URL que está escrita na sua barra de endereços, lá em cima no navegador, e é por onde as pessoas encontrarão o site - no caso, a loja virtual.

URL que está escrita na sua barra de endereços

Ter o registro do domínio vai garantir que mais ninguém use a sua URL e seu nome.

2. Plataformas de e-commerce

Existem três tipos de plataformas para e-commerce:

1) A exclusiva, a open source e a alugada.

A exclusiva é feita inteiramente pela empresa, com servidor próprio, e necessita de uma equipe técnica que consiga trabalhar nisso.

Costuma ser mais cara.

2) A open source é o e-commerce de código aberto, ou seja, uma plataforma feita por uma comunidade de programadores que permite o download gratuito da mesma.

Geralmente é gratuito e constantemente atualizado, mas enfrenta alguns problemas com dificuldades de suporte e implementação.

3) Por fim, a plataforma alugada é a opção mais comum.

Ela é desenvolvida e manuseada por uma empresa especializada, que usa servidores poderosos para centenas de lojas, fornece layouts e ferramentas e tem um custo moderado.

A melhor maneira de escolher uma plataforma de e-commerce é ver qual atende suas expectativas e necessidades, já que cada empresa possui as suas.

3. E-commerce responsivo

Já falando que o m-commerce está se desenvolvendo muito bem nos últimos anos, certo?

Isso significa que mais pessoas estão comprando por celulares ou tablets.

Por isso, seu e-commerce deve funcionar tanto na versão desktop quanto na versão mobile.

Esta é uma característica fundamental para os dias de hoje, então veja se sua plataforma oferece essa possibilidade.

4. Imagens

O que vende pela internet é a imagem, principalmente.

É claro que as descrições devem ser caprichadas, os preços justos e os prazos de entrega razoáveis, mas ninguém compra o que não pode ver, ou o que acha feio.

Produza imagens de ótima qualidade dos seus produtos, em diferentes ângulos.

O cliente se sentirá bem mais confiante para realizar a compra se conseguir ver todos os detalhes do que está adquirindo.

5. Formas de pagamento

Você pode escolher entre três formas de cobrar pelos produtos ou serviços vendidos online.

Os sistemas presentes no mercado para isso são os intermediadores de pagamentos, os de integração direta e os gateways de pagamento.

O primeiro sistema se responsabiliza pelas transições da sua loja.

O cliente é redirecionado para a página do intermediador, geralmente realiza um novo cadastro e só então finaliza a compra.

Por um lado, é uma opção vantajosa por oferecer muitas bandeiras de cartão e boleto, e ter a garantia do intermediador de ressarcimento em caso de fraude ou erro.

Por outro lado, geralmente é cobrada uma taxa por cada venda, e há um número alto de pessoas que abandonam a compra ao serem redirecionados, por perderem a confiança.

Integração direta com o adquirente é usada quando a loja virtual tem capacidade de checar, sozinha, se o cartão do cliente possui saldo suficiente.

Então, empresas como Cielo e Rede realizam a transição diretamente no site.

É bom para quem tem como investir, já que os custos com equipe e infra-estrutura pode ficar bem caro.

O gateway de pagamento é, de certa forma, uma união entre os outros dois modelos.

Ele permite que o cliente faça a compra diretamente no site, mas não é de criação própria, e sim de uma empresa especializada em transações online.

É o caso do PagSeguro, por exemplo.

É um método benéfico, pois usa uma tecnologia externa para verificar fraudes e se comunicar com a rede do cartão, mas sem assustar o consumidor ao mudar de página ou exigir um novo cadastro.

Esse método é utilizado em quase 90% de todas as lojas virtuais no Brasil.

Quanto custa para fazer um e-commerce

Os preços dependem muito das variáveis escolhidas (plataforma, características etc).

No caso da Open Source, a loja em si sairia gratuita, mas seria necessário contratar um programador para modificá-la ao seu gosto, o que seria algo em torno de R$15 mil.

Mesmo em plataformas alugadas, existem lojas que, quando feitas sob medida, custam mais de R$8 mil.

Ainda assim, há opções mais em conta, como as da Liguesite.

O modelo de loja virtual EconoLigue Store sai por R$189 ao mês, e até as lojas sob medida possuem um orçamento que caberá em seu bolso.

Como fazer entregas do seu E-commerce

Entregar a mercadoria é uma das etapas finais para o público, mas é uma das primeiras a serem pensadas pela empresa.

Você pode contratar transportadoras, mas nem sempre apresentarão um bom custo-benefício.

Para o e-commerce brasileiro, os Correios continuam sendo os melhores entregadores.

Legislação para e-commerce no Brasil

O Decreto nº 7.962/2013 e o Código de Defesa do Consumidor tratam de questões legais do e-commerce.

Elas exigem as mesmas medidas para todo tipo de e-commerce, não importa quão grande.

Essas medidas incluem disposição de informações claras e precisas, direito de arrependimento do cliente, regras para estornos e compras coletivas, identificação completa do fornecedor, entre outras.

Fique de olho nisso!

Como divulgar meu e-commerce

Depois que sua loja estiver pronta, ela precisará ser mostrada ao mundo.

Você deve divulgá-la nas redes sociais, mas também pode trabalhar com patrocínio, otimização e mais, sempre medindo os resultados de cada

SEO

Técnicas de SEO são fundamentais para que sua loja seja encontrada nos buscadores.

Redes sociais

Facebook, Twitter, YouTube: aproveite todas essas manias, crie páginas oficiais para sua loja e divulgue!

AdWords

Links patrocinados são um ótimo jeito de propagar sua loja.

Google Shopping

O Google Shopping é uma excelente opção para publicar promoções do seu e-commerce.

Agora é sua vez!

O e-commerce pode ser feito do zero, com muito estudo, tempo e dedicação - aliás, tempo é a palavra-chave aqui.

Para quem tem pouco tempo, a contratação de uma empresa especializada é uma saída bem mais simples e barata.

Que tal iniciar seus negócios online agora mesmo?

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Agora se você precisar de ajuda para implementar uma estrutura de e-commerce, ou simplesmente se desejar fazer o seu negócio crescer, fique à vontade para falar conosco.

A missão das Franquias de Sucesso é juntos conectar pessoas ao seu negócio por meio da internet!

Seja estratégico, conecte-se.

Aficionado por empreendedorismo, graduado em Tecnologia, Marketing e Economia, já geriu áreas comerciais de diversas empresas de tecnologia, participa como voluntário do ITFB e ICM, atualmente é o Diretor Comercial e Marketing da rede de Franquias Liguesite.

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