Ranqueamento:

por que meu site não aparece no Google

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porque meu site não aparece no Google

Por Artigo de Wallace Castro. Postado em 08/03/2018. Última atualização em 08/03/2018.

Tempo estimado de leitura: 30 minutos.

Na era digital, ter um site é praticamente obrigatório para o sucesso de qualquer negócio. É quase impossível alcançar e converter um grande público sem uma forte presença on-line.

Dito isso, não faltam empreendedores se perguntando “por que meu site não aparece no Google?”. Se você está incluído nesse grupo, viemos aqui, hoje, para responder a sua questão.

Ao desenvolver um site novo, muitas pequenas e médias empresas não pensam em como o Google processa quem deve ou não estar no topo de cada pesquisa.

Para nós, que estamos apenas vendo os resultados, tudo é muito simples. Mas, para a máquina e para os donos dos sites, a história é bem mais complexa.

O que vamos fazer, hoje, é falar um pouco sobre a importância do ranqueamento, para você aprender "porque meu site não aparece no Google" e explicar como você pode evitar algumas armadilhas.

No final, você já deve estar pronto para elevar a classificação da sua página. Confira!

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Qual é a importância de investir em ranqueamento?

Ampliar o alcance da sua página

O benefício mais óbvio de estar no topo de qualquer pesquisa é justamente a probabilidade de ser clicado.

Na maioria dos casos, os usuários acessam o primeiro ou o segundo resultado, talvez escolhendo um anúncio e um orgânico. Isso quer dizer que, se você não estiver entre os primeiros resultados, dificilmente seu conteúdo será visto.

Investindo no melhor ranqueamento da sua página, você logo verá como ela ganha mais acessos e alcança um público um pouco mais amplo.

E como boa parte desses acessos passará a ser orgânica — são acessos que você não pagará mais ao Google —, não será necessário gastar muito nesse estágio da divulgação.

Mas é claro é necessário dedicar algum tempo ao seu planejamento e à estruturação correta da página.

Otimizar o custo da divulgação paga

Em geral, depois que alguém se questiona sobre “por que meu site não aparece no Google?”, a primeira reação é começar a investir mais dinheiro para anunciar no Google, tentando melhorar o número de cliques ao longo do tempo.

Essa atitude é, em geral, precipitada, já que mais visualizações desse tipo nem sempre se traduzem em mais leads (potenciais clientes) ou mais vendas.

Anúncios pagos são importantes para o alcance de um conteúdo, mas eles terão mais efeito se a estrutura do site for bem trabalhada desde o começo.

Além de melhorar sua taxa de aparição nas pesquisas, você poderá conseguir resultados mais eficientes com o mesmo custo de divulgação.

E quanto mais leads você trouxer a cada campanha, maior tende a ser seu retorno.

Focar em consumidores de maior potencial

Uma das primeiras lições que você deve aprender em relação à aquisição de clientes é que qualidade é bem melhor que quantidade.

Ter um grupo fidelizado de leads, que retorna à sua empresa e provém um bom ticket médio (valor médio das compras realizadas em determinado período), é melhor do que se desgastar todo mês para renovar sua base. E, com melhor ranqueamento, você tem chances bem melhores de atingir esses clientes.

Em geral, os leads de maior potencial e menor custo já sabem o que estão buscando em suas pesquisas. Assim, eles chegam até a marca e ao produto/serviço que desejam com as palavras-chave certas.

Se você souber o que eles buscam e a forma como o fazem, e se isso for o que você oferece, estar no topo de suas pesquisas pode render um cliente para a vida toda.

Alcançar maior presença de mercado

Quando você nota que "meu site não aparece no Google", não é uma questão apenas de perder algumas visualizações.

Em muitos aspectos, sua empresa também perde parte de sua relevância diante do grande público.

Mesmo que algumas pessoas não sejam seus clientes atuais ou potenciais, o fato de que elas conhecem o nome da sua marca já é uma forma de reforçar sua presença para outros leads.

Ao investir no seu ranqueamento, tenha em mente que outras pessoas, além de seus leads, verão seu nome e seus produtos.

Se elas puderem reconhecer imediatamente o que você faz e gravar seu nome na memória, será mais fácil obter outros leads por divulgação boca a boca e recomendação no futuro.

Elevar a taxa de conversão

Por fim, mas não menos importante, o primeiro resultado de qualquer pesquisa é aquele com maiores chances de fechar negócio mais rapidamente.

Mesmo que o lead tenha chegado a você ainda no topo do funil de vendas, apenas buscando mais informações sobre algum tema relacionado ao seu trabalho, você ainda tem mais chances de conduzi-lo adiante se for o primeiro a fazer contato e chamar sua atenção.

Claro que há outras variáveis envolvidas ao longo do processo, mas ter uma boa primeira impressão ajudará bastante.

Se você conseguir estabelecer o padrão para o tipo de conteúdo que o usuário espera e tiver um diferencial em relação aos seus concorrentes, já estará com uma grande vantagem nessa disputa.

O que pode fazer meu site não aparecer no Google?

Link não indexado

A primeira questão aqui, na verdade, é se o seu site realmente não aparece ou se ele apenas está muito abaixo na lista de pesquisa.

É uma diferença simples, mas considerável.

Se uma página não está devidamente indexada ao Google, então, nenhum trabalho de SEO ou investimento em divulgação paga poderá resolver a situação.

O primeiro passo, aqui, é justamente verificar se seu site está ou não visível.

Basta abrir uma aba de pesquisa do Google e digitar a URL da página.

Por exemplo, “site: www.meu-site.com/conteúdo”. Se a página aparecer no primeiro resultado, então, está tudo em ordem, a princípio.

Se, por outro lado, a página não aparece, você precisa apresentar sua URL aos robôs de catálogo do Google por meio de um link.

Assim, eles poderão verificar a autenticidade da sua página e apresentá-la aos leads nas próximas pesquisas.

Conteúdos rasos

Digamos que você já captou alguns leads e sua página estava com um bom índice de visitas.

Depois de algum tempo, você começou a cair na classificação do Google e, por fim, seus conteúdos pararam de receber qualquer visita.

Por que isso aconteceu?

Talvez seja um problema na produção de conteúdo dentro do seu site. Afinal, atração não é o único estágio na captação de clientes.

Hoje em dia, o Google já considera uma variável chamada “índice de rejeição”.

De forma bem simples, é a porcentagem de visitantes que abandona imediatamente seu site após entrar, o que indica que seu conteúdo não é correspondente à pesquisa realizada ou que ele simplesmente não agrega valor o suficiente.

Por exemplo: mesmo que eu tenha um texto tecnicamente correspondente ao tema, meu site não aparece no Google — ao menos, não no topo das pesquisas — se a informação em si não for relevante para meus leads naquele momento.

Não é sempre necessário criar conteúdos complexos, já que nem todos os seus possíveis clientes estão interessados nisso de imediato.

Mas é bom que todo registro, incluindo os mais simples, desperte a curiosidade do leitor. Ele deve sair da sua página com algo que possa aplicar ou interessado em aprender mais.

Mau uso de palavras-chave

porque meu site não aparece no Google

Esse é um erro lamentavelmente comum, mesmo com o crescente número de materiais e ajuda profissional disponível.

Como você já deve saber, o Google opera suas pesquisas por meio de palavras-chave, termos que seriam usados para se referir a um determinado tipo de conteúdo.

Por exemplo, “culinária”, “aviação”, “aula de física”, “Brasil colônia” etc. Escolher essas palavras de forma incorreta pode custar bastante ao longo de suas campanhas.

Há dois pontos principais a serem considerados na hora de escolher esses termos.

O primeiro é a compatibilidade entre seu site e a palavra-chave em si, para que os resultados da pesquisa sejam relevantes.

Se seu texto é sobre tipos de café, por exemplo, alguns termos interessantes para começar podem ser “tipos de café”, “cafés refinados”, entre outros.

Por outro lado, você também deve considerar a relação custo-benefício de cada termo.

Algumas palavras são mais genéricas, sendo usadas por muitos outros sites. Isso aumenta o valor do termo e diminui suas chances de sair no topo.

Antes de escolher uma ou mais palavras-chave, você deve fazer as contas e verificar se elas têm potencial para melhorar sua classificação nas pesquisas.

URL não amigável

Url amigavel

Logo após a pesquisa, o link do meu site fica visível para o usuário.

Se não demonstrar confiança ou, ao menos, comunicar o conteúdo, então, é bem provável que ele não se disponha a clicar.

Em alguns casos, meu site não aparece no Google por causa disso, já que o algoritmo identifica esse cenário como um sinal de que aquela página não é relevante para a grande maioria dos usuários.

Apenas para esclarecer melhor, uma URL amigável é “www.meu-site.com/conteúdo-x”, no caso da imagem acima "www.liguesite.com.br/criacao-de-sites/".

Já um exemplo de URL não amigável seria “www.meu-site-com-detalhes-desnecessários.com/redir-outro-site/conteúdo-relacionado-x-mas-não-x”. Você já deve ter entendido a questão.

Via de regra, uma boa URL pode ser lida sem qualquer outra fonte de conteúdo e ainda transmitir uma ideia clara sobre o que o usuário vai encontrar em sua página.

Há outros componentes a considerar, como a extensão da URL em si. Se houver muitas palavras e números, então, o lead não poderá ler o conteúdo diretamente.

Arquitetura da informação ruim

A forma como uma página é estruturada determina não só sua aparência estética, mas também para onde a atenção do lead será direcionada a cada momento.

Se ele não puder encontrar o que busca com facilidade, é bem provável que saia imediatamente, contribuindo ainda mais para o índice de rejeição que mencionamos mais cedo.

Há vários exemplos do que não fazer na arquitetura do seu site. Veja aqui alguns deles:

  • fonte muito pequena e difícil de ler;
  • pop-ups invasivos em áreas em que seu lead costuma buscar outros ícones;
  • conteúdo dos menus com pouca clareza (outros tópicos; serviços especiais etc.);
  • disposição pouco intuitiva dos ícones;
  • falta de explicação para termos menos comuns;
  • excesso de informação exibida na tela de uma só vez;
  • falta de critério para a ordenação de itens (alfabético; cronológico; importância);
  • imagens sem correspondência com o tema.

Esses são apenas alguns exemplos comuns. Se você procurar, verá que nenhum site ou blog de sucesso deixa informações soltas para seus leitores.

Tudo é organizado em padrões visíveis, facilitando a orientação mesmo para aqueles que não estão acostumados com sua página e seu tipo de conteúdo.

Página muito lenta

Esse é um dos maiores assassinos de sites diante de qualquer motor de busca.

Ao escolher um servidor e desenvolver uma página, você deve ter em mente o tempo de resposta entre ela e seu público-alvo.

Quando alguém está fazendo uma pesquisa, dificilmente está disposto a esperar 2 minutos para uma página carregar.

Por isso, o Google interrompe a conexão se o tempo limite de resposta for atingido.

Se isso acontecer entre você e seus leads, então, sua página pode perder sua qualificação.

A causa disso pode variar bastante.

Talvez a conexão do usuário não seja de qualidade, talvez o próprio servidor do seu domínio esteja passando por problemas, ou, ainda, é possível que ele seja muito distante do usuário que o está acessando.

Em alguns casos, pode ser a programação do site que não foi feita corretamente.

Excesso de anúncios, banners, imagens pesadas, sites em Flash e pop-ups, por exemplo, tomam grande parte do processamento, retardando ainda mais a resposta.

Aparar esses excessos seria um passo muito importante ao notar que "meu site não aparece no Google". Mesmo que a causa principal seja outra, esse problema terá que ser resolvido mais cedo ou mais tarde, de qualquer forma.

Site não responsivo

Uma porção considerável dos acessos à Internet, hoje em dia, é feita por meio de dispositivos móveis, como smartphones e tablets.

Mesmo que os computadores de desktop e notebooks ainda sejam muito relevantes, eles não costumam ser sua principal fonte de visualizações em pesquisas.

Dito isso, você ficaria surpreso com a quantidade de sites que não são devidamente estruturados para receber essas visitas.

Um site responsivo é aquele que se adapta corretamente à visualização em aparelhos móveis.

Não optar por um site assim gera casos de textos que não ficam bem enquadrados, imagens que saem da tela, ícones com os quais não se pode interagir, entre outros problemas.

Uma página não responsiva recebe bem menos acessos em celulares, o que pode representar uma porcentagem considerável do seu alcance.

A questão é que tornar um site responsivo não é uma tarefa tão difícil. Muitas plataformas e domínios já oferecem opções automáticas de otimização para aparelhos móveis, reduzindo muito o seu trabalho.

A menos que você tenha um tipo de conteúdo específico ou funcionalidades extras que devem ser adaptadas para esse formato, não deve haver muita dificuldade.

Imagens sem alt text

Normalmente, imagens são utilizadas para reforçar o conteúdo da página, que é o mais relevante para o trabalho de SEO e para o posicionamento nas pesquisas.

Mas elas não são irrelevantes, como alguns pensam. Pelo contrário, elas desempenham um papel tão importante quanto qualquer outro na hora de determinar a razão para o problema "meu site não aparece no Google". Para isso que serve o alt text.

Traduzido livremente como “texto alternativo”, trata-se de uma pequena descrição da imagem, com marcadores e palavras-chave que se encaixam no que ela apresenta.

Como você já deve saber, uma máquina ainda não pode ler uma imagem e interpretá-la artisticamente, mas pode identificar o seu texto. O alt text serve justamente para comunicar, aos robôs, como esse conteúdo deve ser observado e em quais termos ele deve ser encaixado.

Para comunicar esse conteúdo, basta anotar a descrição na hora de fazer o upload da imagem. Você pode descrevê-la como “foto de um gato deitado com a barriga para cima”, por exemplo. A máquina tratará de interpretar esse texto e considerá-lo relevante ou não em uma pesquisa.

Como evitar esses cenários?

Primeiramente, você não deve cometer os erros que listamos acima. Mas, como isso seria redundante da nossa parte, achamos melhor listar alguns métodos e atitudes diárias para melhorar suas chances de sucesso. Acompanhe!

Estudar SEO

Esse é, definitivamente, o ponto central de vários problemas de ranqueamento. Search Engine Optimization, ou “otimização do motor de busca” é, basicamente, estudar a forma como o Google funciona para entregar suas pesquisas e usar esse conhecimento a seu favor. Sem esse tipo de educação, você pode cair em todas as armadilhas que já citamos e mais algumas.

Também não há um grande impedimento para que você mesmo pesquise e aprenda como fazer tudo isso.

É verdade que cursos aprofundados e auxílio profissional são mais efetivos e até necessários em certo ponto. Mas se você possui um orçamento modesto e quer começar com algo menor, pode apenas ler a respeito on-line. E, quando seu site começar a crescer e você precisar de ajuda mais experiente, pode buscar o auxílio de que precisa sem dificuldade.

Criar uma agenda de pesquisa e publicação

Se o meu site não aparece no Google, hoje, pode ser que ele já tenha “expirado”.

Os robôs de catálogo sabem que os usuários preferem conteúdos recentes e atualizados, de páginas que ainda estão ativas.

Se você abandona uma página por um mês ou um ano, é natural que ela comece a perder acessos. Mas a questão, aqui, não é apenas o tempo desde sua última publicação.

Sua posição nas pesquisas também tem a ver com a frequência e a regularidade das suas postagens ao longo do tempo.

Digamos que você seja um blogueiro amador e faça publicações quando tem um assunto interessante ou quando está disposto.

No começo, seu entusiasmo o leva a fazer 10 postagens em menos de uma semana, mas, depois, você deixa sua página abandonada por 5 meses antes da próxima postagem.

Naturalmente, o Google entenderá que seu site não gera novos conteúdos com frequência, o que diminui sua relevância diante do público.

As máquinas pensam assim pois, quanto mais útil, informativo e/ou divertido é um canal, mais as pessoas tendem a acompanhá-lo.

Porém, se não há nada novo regularmente, não há motivo para retornar com frequência.

Ter uma agenda de postagens e um período pré-determinado para elaborar uma pesquisa pode ajudar bastante nesse quesito.

Por fim, tenha uma lista de objetivos para cada publicação e campanha. Por exemplo:

Isso ajudará a maximizar o efeito de todas as suas ações.

Focar no seu público-alvo

Outro erro terrivelmente comum é que muitos conteúdos e páginas são gerados sem ter em mente a pessoa que irá acessá-los.

Delimitar um público-alvo é relevante de várias maneiras, desde a elaboração da campanha e da escolha de palavras-chave até a estruturação de todo o site.

Sem esse grupo em mente, sua página tende a perder relevância bem mais rápido.

O primeiro ponto a considerar é o tipo de conteúdo que você está entregando.

Seus leads já têm um grupo de interesses e um objetivo quando visitam seu site.

Atender a essas expectativas é muito importante, já que um leitor decepcionado dificilmente dará uma segunda chance a você.

Em seguida, você deve pensar em como a estrutura da página se ajusta ao público que quer atingir, tanto em termos de estética quanto de funcionalidade.

  • Se seus leads são, principalmente, idosos, evitar a poluição de conteúdo típica da Internet é a melhor opção.
  • Se são jovens, buscar um visual dinâmico e mais direto tende a ser mais eficaz.

É tudo uma questão de entender o que seus leitores desejam e como você pode agradá-los.

Trabalhar links patrocinados

Você pode tomar todas as atitudes possíveis para elevar sua classificação e obter ótimos resultados.

Isso é fato. Mas, independentemente da sua otimização, nenhuma página tem retorno mais amplo sem investir em alguns anúncios pagos. Com a concorrência cada vez mais alta em todas as frentes, esse tipo de custo já não pode mais ser evitado.

Felizmente, essa não tende a ser a maior despesa de qualquer empresa com marketing.

Uma campanha desenvolvida com cuidado, pensando no público certo, com o SEO da página otimizado, com um objetivo bem elaborado e direcionada de forma consistente pode trazer um retorno muito maior do que o seu investimento inicial.

Todos esses fatores, junto a um planejamento de médio e longo prazo, trarão resultados bem mais duráveis.

Muito bem, já sabemos “porque meu site não aparece no Google”, é hora de você mesmo avaliar sua situação e corrigi-la.

Agora se você precisar de ajuda para ter sucesso nessa tarefa ou implementar uma estrutura de marketing digital, ou simplesmente se desejar fazer o seu negócio crescer, fique à vontade para falar conosco.

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Leia o nosso e-book com 7 dicas para chegar ao topo do ranqueamento das pesquisas!

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Aficionado por empreendedorismo, graduado em Tecnologia, Marketing e Economia, já geriu áreas comerciais de diversas empresas de tecnologia, participa como voluntário do ITFB e ICM, atualmente é o Diretor Comercial e Marketing da rede de Franquias Liguesite.

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